domingo, 20 de julho de 2014

22 pílulas de felicidade for you - pilules de bonheur pour vous ...

1. Não guarde rancor

As pessoas felizes entendem que é melhor perdoar e esquecer que deixar que sentimentos negativos as dominem. Guardar rancor é prejudicial e pode causar depressão, ansiedade e estresse. Por que deixar que uma ofensa de alguém exerça algum poder sobre você? Se você esquecer os seus rancores, vai ganhar uma consciência clara e energia suficiente para apreciar as coisas boas da vida.
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2. Trate a todos com bondade

Você sabia que foi cientificamente provado que ser gentil faz você feliz? Ser altruísta faz seu cérebro produzir serotonina, um hormônio que diminui a tensão e eleva o seu espírito. Tratar as pessoas com amor, dignidade e respeito permite que você construa relacionamentos mais fortes.

3. Veja os problemas como desafios

A palavra “problema” não faz parte do vocabulário de uma pessoa feliz. Um problema, na maioria das vezes, é visto como uma desvantagem, uma luta ou uma situação difícil. Mas quando encarado como um desafio, pode se transformar em algo positivo, como uma oportunidade. Sempre que você enfrentar um obstáculo, pense-o um desafio.
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4. Expresse gratidão pelo que já tem

Há um ditado popular que diz: “As pessoas mais felizes não têm o melhor de tudo, elas fazem o melhor de tudo com o que elas têm.” Você terá um sentido mais profundo de contentamento se contar suas bênçãos em vez de ansiar pelo que você não tem.

5. Sonhe grande

As pessoas que têm o hábito de sonhar grande são mais propensas a realizar seus objetivos que aquelas que não o fazem. Se você se atreve a sonhar grande, sua mente vai assumir uma atitude focada e positiva.
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6. Não se preocupe com as pequenas coisas

As pessoas felizes se perguntam: “Será que este problema terá a mesma importância daqui a um ano?” Elas entendem que a vida é muito curta para se preocupar com situações triviais. Deixar os problemas rolarem à sua volta vai, definitivamente, deixar você à vontade para desfrutar de coisas mais importantes.

7. Fale bem dos outros

Ser bom é melhor que ser mau. Fofocar pode até ser divertido, mas, geralmente, deixa você se sentindo culpado e ressentido. Dizer coisas agradáveis sobre as pessoas leva você a pensar positivo e a não se preocupar em julgá-las.
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8. Não procure culpados

Pessoas felizes não culpam os outros por seus próprios fracassos. Em vez disso, elas assumem seus erros e, ao fazê-lo, mudar para melhor.

9. Viva o presente

Pessoas felizes não vivem do passado ou se preocupam com o futuro. Elas saboreiam o presente. Se envolvem em tudo o que está fazendo no momento. Param e cheiram as rosas.
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10. Acorde no mesmo horário todos os dias

Você já reparou que muitas pessoas bem-sucedidas tendem a ser madrugadores? Acordar no mesmo horário estabiliza o seu metabolismo, aumenta a produtividade e nos coloca em um estado calmo e centrado.

11. Não se compare aos outros

Todos têm seu próprio ritmo. Então, por que se comparar aos outros? Pensar ser melhor que outra pessoa leva a um sentimento de superioridade não muito saudável e, se pensar o contrário, acabará se sentindo inferior. Então, concentre-se em seu próprio progresso.
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12. Escolha seus amigos sabiamente

A miséria adora companhia. Por isso, é importante cercar-se de pessoas otimistas que vão incentivá-lo a atingir seus objetivos. Quanto mais energia positiva em torno de você, melhor vai se sentir.

13. Não busque a aprovação dos outros

As pessoas felizes não importam com o que os outros pensam delas. Seguem seus próprios corações, sem deixar os pessimistas desencorajá-los, e entendem que é impossível agradar a todos. Escute o que as pessoas têm a dizer, mas nunca busque a aprovação de ninguém.
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14. Aproveite seu tempo para ouvir

Fale menos, ouça mais. Escutar mantém a mente aberta. Quanto mais você ouve, mais conteúdo você absorve.

15. Cultive relacionamentos sociais

Uma pessoa só é uma pessoa infeliz. Pessoas felizes entendem o quão importante é ter relações fortes e saudáveis. Sempre tenha tempo para encontrar e falar com sua família e amigos.
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16. Medite

Ficar no silêncio ajuda você a encontrar sua paz interior. Você não tem que ser um mestre zen para alcançar a meditação. As pessoas felizes sabem como silenciar suas mentes, em qualquer hora e lugar, para se acalmar.

17. Coma bem

Tudo o que você come afeta diretamente a capacidade de seu corpo produzir hormônios, o que vai definir seu humor, energia e enfoque mental. Certifique-se de comer alimentos que vão manter seu corpo saudável e em boa forma e sua mente mais tranquila.
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18. Faça exercícios

Estudos têm mostrado que o exercício aumenta os níveis de felicidade e autoestima e produz a sensação de autorrealização.

19. Viva com o que é realmente importante

As pessoas felizes mantêm poucas coisas ao seu redor porque elas sabem que excessos as deixam sobrecarregadas e estressadas. Estudos concluíram que os europeus são muito mais felizes que os americanos, porque eles vivem em casas menores, dirigem carros mais simples e possuem menos itens.
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20. Diga a verdade

Mentir corrói a sua autoestima e o torna antipático. A verdade sempre liberta. Ser honesto melhora sua saúde mental e faz com que os outros tenham mais confiança em você. Seja sempre verdadeiro e nunca se desculpe por isso.

21. Estabeleça o controle pessoal

As pessoas felizes têm a capacidade de escolher seus próprios destinos. Elas não deixam os outros dizerem como devem viver suas vidas. Estar no controle completo de sua própria vida traz sentimentos positivos e aumenta a autoestima.
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É impossivel você passar a sua vida sem conhecer a história de Nicholas Winton ,ele salvou 669 crianças do exterminio dos nazistas....

Tem histórias e pessoas que merecem uma reverência tão grande que palavras se tornam quase um desrespeito, pois não somos capazes de alcançar onde eles estão então, o silêncio se torna a resiguinação   necessária. Leia a matéria, assista o vídeo e o mínimo que vai acontecer é você repensar toda, toda, toda a sua vida . Será que todos nós estamos preparados para fazer o bem sem esperar por reconhecimento ou recompensa?

Nicholas Winton estava. Esse britânico nascido em 19 de maio de 1909 ajudou a salvar 669 crianças da antiga Checoslováquia, na época do nazismo. Apesar dessa ação de bondade, ele nunca viu essa ação dele como extraordinária, fez o que tinha de ser feito e preferiu guardar segredo – nem sua mulher sabia.
Afinal, como esse discreto homem de bom coração fez isso?

Mudando o rumo de muitas vidas

No ano de 1938, Nicholas teve seu plano de férias de fim de ano com seu amigo, Martin Blake, cancelado. Este mesmo amigo sugeriu uma outra opção: que eles viajassem até a Checoslováquia, pois queria lhe mostrar algo. Winton se interessou pela proposta do amigo e partiram para lá.
Ao pisar na Checoslováquia, Winton sentiu o clima de horror e medo, compreendeu o que o amigo tanto lhe queria mostrar. O país estava sob o domínio da Alemanha nazista. Milhares de pessoas assustadas e perseguidas com um futuro nada promissor, podendo a qualquer momento ser mandadas para campos de extermínio.
Muitos sentiriam pena, achariam essa situação injusta, ficariam indignados, entretanto, apenas observariam a tragédia acontecer. Nicholas Winton, não. Sabia que poderia fazer algo por essa pessoas. Teve a ideia de mandar as crianças das famílias perseguidas para outros países. Apenas uma ideia, porém, não resolveria a situação. Winton precisaria ter muita disposição e colocar a mão na massa para realizar esse objetivo.
Nicholas pesquisou e coletou dados das crianças que precisavam de ajuda e escreveu cartas para vários países. Foi um trabalho árduo e burocrático, mas nada o fazia desanimar. Persistente, atendeu as exigências impostas pelas autoridades. As portas do mundo sempre se abrem para um guerreiro que não se intimida com os obstáculos. Com a ajuda de organizações cristãs e beneficentes, foi possível conseguir recursos para o transporte dos pequenos refugiados e arrumar famílias interessadas em adotá-los.

Winton com uma de suas crianças.
Nos primeiros 9 meses de 1939, Winton planejou o transporte e o resgate de 669 crianças – judias, em sua maioria – da Checoslováquia para Inglaterra.
“Tive a ideia certa de resgatar as crianças quando todo mundo achava que nem valeria a pena tentar’”
O número de pessoas salvas poderia ser maior, pois um grupo de aproximadamente 250 crianças não pode seguir para Inglaterra devido ao bloqueio de todos os meios de transportes com o início da guerra. Essas crianças que não conseguiram embarcar infelizmente foram mortas em campos de extermínio.
“Sempre penso nelas, porque poucas horas fizeram a diferença entre iniciar uma vida nova ou ser morta. Não se ouviu falar daquelas crianças.”
Muitas dessas crianças salvas por Winton se tornaram pessoas generosas, oferecendo suas habilidades para o mundo e com as mais diversas profissões: professores, escritoras, enfermeiros, jornalistas, cineastas, biólogos…

Herói discreto

Winton preferiu não contar pros outros sobre o que tinha feito. As crianças cresceram sem notícias de quem havia contribuído para o bem delas.
Muitos o consideravam um herói, mas ele não:
“Não me vejo como um herói. Para ser herói, alguém precisa fazer algo de perigoso. Não fiz. O que fiz foi algo que os outros achavam impossível. Mas eu tinha de tentar, para ver se era possível ou não.
“Não é um ato heróico. Meu lema é: se algo não é obviamente impossível, então deve haver uma maneira de fazer.”
A mulher de Nicholas só descobriu quando foi arrumar o sótão da casa e encontrou um álbum velho com fotos de crianças, telegramas, cartas e uma lista. A história de Winton ficou guardada em segredo por quase meio século.

Estátua em sua homenagem (estação em Praga)

“Alguém aqui nessa sala deve sua vida a Nicholas Winton?”

Depois da história de Winton ficar conhecida, ele recebeu diversas homenagens:
  • Foi agraciado com a Ordem de Tomáš Garrigue Masaryk, Quarta Classe, pelo Presidente Checo em 1998.
  • No Aniversário da Rainha de 1983, ele foi nomeado como um Membro da Ordem do Império Britânico pelo seu trabalho na instalação na Grã-Bretanha de asilos da sociedade Abbeyfield e em 2002 foi nomeado cavaleiro pela rainha Elizabeth II em reconhecimento ao seu trabalho salvando crianças.
  • O asteróide 19384_Winton foi nomeado em sua honra pelo casal de astrônomos checos Jana Tichá and Miloš Tichý.
  • Vera Gissing, uma das crianças salvas na época escreveu a biografia de Winton, em agradecimento ao seu ato de coragem.
  • Em 2008, Nicholas Winton foi homenageado pelo governo checo de várias formas. Uma escola de ensino elementar em Kunžak recebeu seu nome e ele foi agraciado com a Cruz do Mérito do Ministério da Defesa, Grau I. Também foi indicado pelo governo checo para o Prêmio Nobel da Paz de 2008.
Entretanto, a homenagem mais emocionante que ele recebeu veio daqueles que Nicholas um dia salvou da morte. Um programa de TV inglês resolveu fazer uma surpresa para Winton e convidou várias pessoas que foram salvas por ele quando eram crianças, mas nunca o tinham conhecido. Winton foi convidado para o programa, mas não sabia da surpresa: lhe informaram que ele apenas assistiria um show.
No decorrer do programa, a apresentadora Esther Rantzen anunciou que sentadas ao seu lado estavam duas pessoas salvas por ele em 1939. A apresentadora também pediu para que as outras pessoas que estavam no auditório e que também foram salvas por Winton se levantassem.
Olha o resultado:

Link YouTube | Um dos vídeos mais emocionantes da história humana.

Fazer o bem

As últimas notícias de Nicholas Winton informam que ele está vivo e são. Mora em Maidenhead, Inglaterra, com sua esposa. É casado desde 1948 e tem dois filhos.
Perguntaram para Winton se ele achava que tinha feito do mundo um local melhor:
“É preciso mais do que um Nicholas Winton para fazer do mundo um lugar melhor. Mas tudo é uma questão é uma visão. Quase todas as crianças que salvei estão envolvidas hoje em trabalhos de caridade. Estão fazendo o bem.
O importante não é chegar em casa de noite e dizer, passivamente: ‘Hoje, eu não fiz nada de mal’. O importante é chegar em casa e dizer: ‘Hoje eu fiz o bem’.”
 

 



             

Isso é que é fé....

Postando esse vídeo para nos alegrar porém com muito respeito a cultura dos nossos irmãos africanos pois lá a dança é comum em todos os lugares até mesmo em igrejas. Postei esse titulo pois a primeira vez que vi esse vídeo estava escrito isso :Isso é que é fé....

sábado, 19 de julho de 2014

Um dos pilares da felicidade com certeza se chama Arte....Andrea Bocelli e Dulce Pones em O Mar e Tu...

É incrível como algumas coisas são cristalinas ,livres de conflitos e discussões  neuróticas; é assim a Arte, ela tem seu lugar de sublimação .Arte é arte e ponto final, quando nos toca, nos emociona fala por si só e tira de nós o que não vemos, flui como um néctar da verdade. Por vezes dói ,rasga ,serra os dentes como se fosse a ultima vez fossemos sentir aquilo ,isso é Arte. A Arte pura e verdadeira é indiscutível, incontestável se forma pela junção de sentimentos e de sintonias com o universo ,com a pureza da perfeição mas não a perfeição errônea que conhecemos ( ferrares, viton, Budchen) a verdadeira perfeição a do eu interior que ligado ao universo  constitui  Deus...Assista esse vídeo com os olhos da Alma e admire o trabalho de uma sintonia perfeita entre o sopro de luz que sai da garganta de  Andrea Bocelli e a hipnotizante voz de Dulce Pontes ( que as vezes acho que não pertence a esse mundo,que é uma força da natureza ) e de todos os profissionais que ligados por uma mesma vibração fizeram essa eterna obra de arte .Como coincidências   não existem em temos de racismo desenfreado essa obra se torna mais  mágica  ainda  por mostrar que perfeição não tem cor...Um abraço...   

Quem disse que o morro não tem vez.... Conheça a Pearls Negras.

Pearls Negras, trio feminino do Vidigal, leva rap da favela ao exterior

 
 
A história de Alice Coelho, de 17 anos, Mariana Feitosa e Jennifer Loiola, ambas de 16, todas moradoras do Vidigal, tinha tudo para ser parecida com a de outras meninas do bairro carioca. Mas, nas últimas semanas, elas ganharam notoriedade através da internet. Sob a alcunha de Pearls Negras, grupo que elas formaram há cinco anos, as meninas viraram notícia em sites internacionais. O motivo foi o clipe da música "Pensando em Você", que já beira a casa das 200 mil visualizações no Youtube. O vídeo fez sucesso e agora elas estão de malas prontas para um show em São Paulo, ainda este mês, e para uma turnê pela Europa no meio do ano.
As jovens foram descobertas durante uma apresentação no Sarau do Alemão, evento que aconteceu no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. "Um produtor [o inglês David Alexander] da Bolabo Records viu o show das meninas e me procurou para conversarmos. Elas se apresentaram para eles, que gostaram do trabalho. Algum tempo depois eles voltaram ao Brasil para gravar o vídeo. Sempre acreditei no sucesso dessas meninas", contou a produtora Jeckie Brown, que é uma espécie de "pai, mãe e produtora" das meninas.
Através do selo elas lançaram a mixtape "Biggie Apple" com sete faixas (ouça no final do texto). As músicas foram produzidas por David Alexander, mas a autoria das rimas são das meninas. Mas para as três a gravação do clipe foi o início do sonho. "Foi muito maravilhoso. Não pensávamos que ia ter tudo o que teve. Eu e Alice chegamos primeiro, experimentamos várias perucas, vários modelos, fizemos as unhas. Mas a figurinista já veio com um modelo certo para cada uma de nós. Viramos mulheres e ficamos lindas", lembrou Mariana.

Enquanto conversam sobre os estudos, os sonhos e o começo de tudo, nas aulas de dança do Grupo Nós do Morro do Vidigal, as meninas do Pearls Negras também deliram com a possibilidade de viajar o mundo mostrando a sua música. "Estamos muito ansiosas, e ainda tentando entender o que está acontecendo. Mas estamos muito felizes com esta repercussão e sonhamos em continuar com o sucesso que estamos fazendo", disse Alice, que aparece como uma líder natural do grupo. Além de cantar, a jovem também iniciou carreira como atriz. Ela atuou na série "Suburbia", da TV Globo, e está escalada para a próxima novela das seis da emissora, "Meu Pedacinho de Chão", de Benedito Ruy Barbosa.

Cores no rap feminino
Desde o início do Pearls Negras, as jovens chamavam a atenção na comunidade em que vivem por suas roupas coloridas e extravagantes. Hoje elas ditam a moda no morro. "Desde o começo sempre foi assim. Sempre fomos estilosas e usávamos roupas diferentes das pessoas do morro, gostamos de ousar", disse Alice. Elas chegaram a enfrentar preconceito de outras pessoas. "Nos chamavam de 'as meninas coloridas' ou 'as meninas estranhas', mas não ligávamos. Agora, estão copiando a gente", completou Mariana.
A inspiração das três na arte e no figurino vêm de cantoras norte-americanas, que também gostam de ousar no visual. Enquanto Alice se inspira na rapper e atriz Nicki Minaj, as grandes musas de Mariana são Beyonce e Rihanna. Para Jennifer, a última a entrar no trio, a inspiração vem da cantora Ciara.
Elas enfrentaram preconceito também porque, segundo contam, a maioria das pessoas acha que o rap é um ritmo masculino. "A gente nem liga. Mostramos que sabemos rimar e ainda tiramos onda", completou Mariana.
O trio jura que nunca existiu qualquer tipo de desentendimento entre elas. "Já éramos amigas e agora somos ainda mais", disse Jennifer. Nem mesmo os namorados de Alice e Mariana --Jennifer é a única solteira do grupo-- implicam com o trabalho. "Eles também são atores, são do Nós do Morro, e não criam problemas com o nosso trabalho. Pelo contrário, estão sempre com a gente", disse Alice.
 


quinta-feira, 19 de junho de 2014

Conheça a história do garoto de 13 anos que ganha dinheiro vendendo bolos a compradores conseguidos pela internet...

Com apenas 8 anos de idade, João Camargo já exercitava seus dotes culinários com uma lição de casa que desafiava os alunos a fazerem biscoitos amanteigados com as medidas corretas da receita.
Foi aí que ele se descobriu, não só concluindo a tarefa, mas reinventando-a, acrescentando ingredientes diferentes e novos sabores, que ele tinha talento para a arte de cozinhar. Dado o aval de aprovação dos amigos e família, o pequeno chef animou-se ainda mais e passou a ganhar dinheiro com a vendas dos doces, para assim suprir seus desejos, como a compra de um cachorro Golden Retriever.
Dado o sucesso precoce, João começou a apostar em novos formatos, os bolos. Entre eles, naked cakes elaborados, agora na moda, como o Do Bosque, com massa de pão de ló de limão, recheio de mascarpone e frutas vermelhas. Alguns pães como brioches também estão entre as receitas Do João, sua marca de doces artesanais. O aprendizado para essas delícias veio, segundo ele, de livros de gastronomia e programas de TV.
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Sua avó foi ao restaurante da chef Roberta Sudbrack na companhia do garoto, na época com apenas 10 anos de idade. Foi lá que ele se encantou mais ainda pelo universo gastronômico e viu como funcionava um restaurante. Quando tentou ingressar em um dos cursos da chef, ainda não tinha idade suficiente para pilotar fogão e manejar facas. Com sua criatividade, elaborou um de seus belos bolos e enviou a Roberta, junto com um buquê de flores, pedindo que abrisse uma exceção para que ele entrasse na turma. Convencida de seu talento, Roberta enviou um bilhete ao menino o convidando para uma aula com ela.
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E assim ele foi conquistando mais e mais pessoas, com seu talento nato. Atualmente, João elabora e entrega bolos por encomenda – entre nove sabores criados por ele e customizados -, que custam entre R$ 40 e R$ 80, e sua página no Facebook, Do João, já virou um sucesso.
O dinheiro juntado será investido em planos futuros, como estudar na França.
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A felicidade pode estar em fazer o bem para o mundo ...conheça a história do prêmio Nobel Muhammad Yunus....

São nessas horas que realmente vemos  quem são as pessoas e os absurdos do país que vivemos .Yunus criou um projeto maravilhoso que de empreendedorismo para os pobres e esse projeto "quase" veio para o Brasil ,quase se o governo do presidente Lula na época simplesmente não tivesse............. deixado pra lá. 

Muhammad Yunus: "Dar dinheiro para os pobres mascara a miséria"

Para o prêmio Nobel da Paz de 2006, o estímulo ao empreendedorismo é mais eficaz para resolver a pobreza do que programas assistencialistas, como o Bolsa Família

                                                                                                                                                                                                 

    
  
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INOVADOR O prêmio Nobel Muhammad Yunus, fotografado na semana passada em São Paulo. Ele tentou, mas não conseguiu trazer seu banco ao Brasil durante  o governo Lula (Foto:  Marcelo Min/Fotogarrafa/ÉPOCA)
O economista Muhammad Yunus, prêmio Nobel da Paz em 2006, foi um visionário ao apostar na concessão de microcrédito e no empreendedorismo para reduzir a miséria em Bangladesh, onde ele nasceu e vive até hoje. Fundador do Grameen Bank, em 1976, e autor do livro O banqueiro dos pobres (Ed. Ática), Yunus contribuiu de forma decisiva para popularizar o microcrédito em todo o mundo. Segundo ele, o empreendedorismo é uma solução mais eficaz do que programas assistencialistas, como o Bolsa Família, para reduzir a pobreza. “Dar dinheiro para os pobres não é uma solução para a miséria”, diz. “É uma forma de mascarar o problema.”

Afastado do Grameen há dois anos, Yunus agora se dedica a outros negócios sociais, como uma companhia que vende painéis de energia solar de baixo custo, uma escola de enfermagem e um hospital oftalmológico. Na semana passada, ele esteve no Brasil para anunciar o lançamento de um fundo local de investimento em negócios sociais e participar da abertura do ciclo de eventos do Movimento Empreenda, promovido pela Editora Globo, que edita ÉPOCA. Nesta entrevista, ele fala sobre sua tentativa frustrada de abrir uma base do Grameen no Brasil durante o governo Lula, sobre a tentativa do governo de Bangladesh de desacreditá-lo e de estatizar o banco e sobre os empreendimentos em que está envolvido.
>> Muhammad Yunus: “Todos somos empreendedores”
ÉPOCA – O senhor foi o criador da ideia de que é possível resolver o problema da miséria por meio do microcrédito e do estímulo ao empreendedorismo. Em sua opinião, essa é uma solução mais eficaz do que o governo dar dinheiro às pessoas, como acontece no Brasil, com o Bolsa Família?
Muhammad Yunus –
Dar dinheiro não é uma solução. É uma forma de mascarar o problema. Você deixa de ver o problema, porque as pessoas conseguem sobreviver, comer, se divertir. Parece que está tudo bem, mas não está, porque o dinheiro não é delas. Então, a doa­ção de dinheiro é uma solução temporária e não permanente. Para termos uma solução permanente, as pessoas têm de cuidar de si mesmas. Só assim elas podem se tornar agentes ativas de mudança. As crianças de uma família que depende de subsídios crescem acreditando que não precisam trabalhar, que podem sobreviver sem ter de se esforçar para melhorar de vida. Essa não é uma solução permanente para o problema da miséria.
ÉPOCA – Alguns anos atrás, o senhor esteve com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Brasil, quando ele estava no governo, e falou sobre seus planos de trazer o Grameen ao país. Por que a ideia não avançou?
Yunus –
Na época, ele demonstrou um grande entusiasmo pela ideia, mas não deu sequência. Seu pessoal, que deveria nos contatar depois, não deu continuidade ao projeto.
ÉPOCA – Talvez ele tenha imaginado que o Grameen pudesse fazer sombra ao Bolsa Família...
Yunus –
Não sei a razão. Chegamos a ter um encontro com o Banco do Brasil, que também demonstrou interesse na ideia. Eles têm um programa de microcrédito, querem fazer algo, mas nada de concreto aconteceu até agora. Eles não fecharam questão em relação a isso. A gente continua a conversar, mas talvez eles estejam ocupados com outras coisas.
"Não somos máquinas
de fazer dinheiro. Temos
outras dimensões, voltadas
para o coletivo"
ÉPOCA – Hoje, o senhor não está mais à frente do Grameen. O que aconteceu?
Yunus –
Aposentei-me e saí do banco há dois anos. Continuo envolvido em outros negócios sociais que criei, em paralelo ao Grameen Bank. O Grameen e o microcrédito se tornaram muito populares. Todo mundo queria conhecer o assunto, fazer críticas, procurar respostas. Então, não tinha oportunidade de falar sobre os demais negócios sociais. Agora, posso me dedicar mais a eles.
ÉPOCA – Como o senhor vê a tentativa do governo de Bangladesh de estatizar o Grameen Bank?
Yunus –
Eles estão tentando assumir o controle, mas os tomadores de empréstimos, que são os controladores do banco, com 95% do capital, resistem. Até o momento, o governo não teve sucesso em sua iniciativa, mas há muito apoio internacional para mantê-lo sob o controle dos tomadores de empréstimos.
ÉPOCA – Como o senhor recebe as acusações de que cometeu irregularidades na gestão do banco?
Yunus –
É muito triste. O governo queria me tirar de lá e buscava pretextos para isso. Essas acusações não foram provadas por ninguém. Eles fizeram uma auditoria no meu Imposto de Renda, para buscar irregularidades. Não acharam nada. Paguei cada centavo que tinha de pagar. Depois, disseram que tirei dinheiro do Grameen para financiar outros negócios sociais. Em toda a minha vida, e ainda hoje, nunca tive uma única ação de uma companhia criada por mim, em Bangladesh ou em outro lugar. Criei muitas empresas, mas todas foram criadas para resolver problemas sociais.
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movimento empreenda (Foto: reprodução/Revista ÉPOCA)
ÉPOCA – Qual sua avaliação dos resultados obtidos pelo Grameen Bank em Bangladesh?
Yunus –
O Grameen foi muito bem. Hoje, 37 anos depois de sua criação, ele se espalhou por todo o país. Temos 8,5 milhões de tomadores de empréstimos, 97% dos quais são mulheres. O banco empresta cerca de US$ 1,5 bilhão, e a inadimplência é de apenas 3%. Tentamos garantir também que as crianças das famílias dos tomadores de crédito frequentem a escola e não sejam analfabetas como seus pais – e fomos bem-sucedidos nisso. Elas concluíram o ensino básico, seguiram no ensino médio e algumas foram para a faculdade. Além do microcrédito, o Grameen oferece também empréstimos para a educação, para cobrir os custos do ensino superior e evitar o abandono de cursos por falta de recursos para pagar as mensalidades. A taxa de juro do microcrédito é de 20% ao ano; e a de empréstimos para educação, de 5%. O estudante só começa a pagar depois de se formar e conseguir um emprego. Hoje, há centenas de milhares de crianças que estão na escola e na faculdade com o apoio do Grameen. Elas se tornam médicos, engenheiros e seguem outras carreiras.

ÉPOCA – O senhor disse que hoje está envolvido com outros negócios sociais. Que negócios são esses?
Yunus –
Em 1997, criamos uma companhia de telefone que levou o celular a 260 mil pessoas de baixa renda, em mais de 50 mil comunidades da zona rural. Temos também uma empresa de eletricidade, que já levou a energia solar a mais de 1 milhão de casas. Esses são negócios sociais autossustentáveis. O governo tentou criar obstáculos para o desenvolvimento dessas empresas, mas elas se desenvolveram bem e começaram a investir em novos negócios sociais. Temos ainda uma escola para formar enfermeiras e um hospital de olhos, além de uma empresa criada em parceria com a Danone, em 2006. Essa empresa, a Grameen Danone, produz iogurtes com muitos nutrientes que faltavam à dieta das crianças da zona rural de Bangladesh. Eles são vendidos no varejo por um preço acessível de US$ 0,14 o copo de 60 gramas. Segundo o presidente executivo da Danone, Emmanuel Faber, o desenvolvimento desse iogurte vendido a preços populares foi o maior desafio de inovação que a companhia já teve.
ÉPOCA – O que distingue esses negócios de um negócio tradicional ou de uma ONG?
Yunus –
A principal diferença é que, num empreendimento social, os donos criam o negócio para resolver um problema. O lucro é um meio, não o fim. Os donos decidem, desde o princípio, que nunca receberão dividendos. Ele recebe um pró-labore, como em qualquer empresa. Mas é um negócio sem fins lucrativos, criado para resolver problemas sociais, como se fosse uma organização não governamental (ONG). A diferença é que os negócios sociais são autossustentáveis e têm o dinamismo e a eficiência dos negócios tradicionais. Os negócios convencionais são feitos para gerar lucro aos acionistas, não para resolver o problema de alguém.
ÉPOCA – Mas eles não resolvem problemas com seus produtos e serviços?
Yunus –
Talvez sim, talvez não. Há certos produtos, como o tabaco, que não resolvem problema algum. Eles criam um problema.
ÉPOCA – Uma rede de fast-food não resolve um problema ao vender um sanduíche por um preço acessível?
Yunus –
Se o produto causa males à saúde, ela cria e não resolve um problema. Um negócio social não quer prejudicar ninguém. Os negócios tradicionais têm o objetivo de maximizar o lucro. São voltados para o ganho individual, para o acúmulo individual de riqueza. Não somos máquinas de fazer dinheiro. Somos mais que isso. Temos outras dimensões. Há uma dimensão que não é voltada para nós mesmos, mas para os outros, para o coletivo – e os negócios tradicionais não atendem essa outra dimensão. O modelo atual do capitalismo não é suficiente para nos satisfazer como seres humanos, porque não contempla todas as nossas dimensões.